domingo, 3 de abril de 2011
amigo da madrugada
terça-feira, 29 de março de 2011
Amadurecer Dói
Amadurecer dói. Ouvi alguém soltar essa frase e, me achando totalmente madura, concordei sem hesitar, no entanto não refleti a profundidade da coisa! Amadurecer é uma dor forçada, uma necessidade que faz você abrir mão de algo pela troca da razão: a razão de seu amadurecimento.
Como irmã mais velha, acredito que já deveria estar predestinada a amadurecer mais cedo: a não pedir mais enquanto meu irmãozinho não ganhasse antes de mim, a sempre guardar pelo pequeno e protegê-lo quando algum garoto ousasse pensar bater nele na escola. Passei por essa etapa facilmente, visto que meu irmão não passou por nenhum apuro enquanto estive por perto.
Mas amadurecer mesmo não é isso, requer sempre mais. A-ma-du-re-cer requer sacrifício, reflexão, bom senso, coerência, humildade, gentileza, boa vontade para ceder, e até que se chegue a um processo de amadurecimento total (se é que seja possível) a verdade é que é bem doloroso. O sacrifício sempre dói, porque crescer dói (e não é sinônimo de velhice não!). Alguns se sentem mais doloridos que outros, mas a dor sempre existe. Vou ser otimista e acreditar que superada algumas fases, darei minha contribuição ao universo sendo uma pessoa bem mais madura.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
No último dia de Novembro
Depois de tanta dor e de perceber que eu podia contribuir para curar minha ferida, levantei da cama e me olhei no espelho. Algumas lágrimas desceram. Eram lágrimas de piedade que caiam para me dar algum conforto. E a medida que elas desciam, me confortava. Então tive vontade de chorar até a barriga doer. Há dias que a gente sente issso mesmo, ficamos sem saber como matar uma dor! Acho que a opção de deixar a barriga doer é uma boa e não faz mal a ninguém!
Paro por aqui, eu e minha ferida, meu dia, meus sonhos...e minha DOR!
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Triste TPM
O Eu diz: Chora, filha!
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Subterfúgio em mim
sozinha a padecer de sentimentos turbulentos a debaterem-se com as vibrações de minha ira,
a ouvir uma música para acalentar a angústia que me assola o peito e me causa um desvario absoluto e confuso que causa tanto mal em um eu esquisito, ou ao menos ridículo.
